FOTO DE CAPA

Foto de Capa
Barra de Punaú - por Arilza Soares

papjerimum.blogspot.com.br

SEJA BEM VINDO AO VENTO NORDESTE!

Seguidores

sábado, 30 de julho de 2011

FORTALEZA DOS REIS MAGOS



Eis o  mais belo monumento da minha cidade! Foi eleito pela "Revista Caras" uma das Sete Maravilhas do Brasil. Escolha mais que justa! Sua beleza não está apenas na sua forma de estrela ( visto do alto tem a forma da estrela de Belém)  ou na localização privilegiada entre o rio Potengi e o Oceano Atlântico, em meio a arrecifes e vista para dunas de Genipabu. Mas sua beleza maior está na sua história, que se mistura com à de Natal, que foi fundada na mesma época, além de ter sido cenário de grandes batalhas nos séculos XVI e XVII




No Rio Grande do Norte nada existe que se possa comparar com a Fortaleza em termos de importância histórica, diz o escritor Manoel Onofre Jr. e continua "todo norte-riograndense deveria ir lá, periodicamente, em peregrinação, como os muçulmanos vão à Meca. Exagero? Não. Pense no caráter simbólico da Fortaleza: todos nós potiguares, nascemos ali, sob o signo da estrela".
A Fortaleza dos Reis Magos, divide hoje as atenções, com a belíssima Ponte Newton Navarro, construída ao seu lado; mas não perdeu o brilho. Continua sendo um dos pontos históricos mais vistos e apreciados na cidade. 



A construção da Fortaleza teve início em 6 de Janeiro de 1598, Dia de Santos Reis, sob o comando de Manoel Mascarenhas Homem, capitão-mor de Pernambuco, que chegou às terras potiguares, com a missão de expulsar os invasores franceses.
Mascarenhas Homem, chegou à então Capitania do Rio Grande, em 25 de dezembro de 1597, com uma armada composta de 14 navios e 400 homens, para que fosse efetivado um processo de retomada do território.Deu início a construção da Fortaleza, em 24 de junho de 1598.Nessa ocasião,o Rei D. Felipe II da Espanha incumbiu Mascarenhas Homem de fundar uma cidade,assim a Capitania do Rio Grande seria povoada, facilitando a completa expulsão dos franceses.A cidade foi fundada, em 25 de dezembro de 1599, recebeu as denominações de Cidade dos Reis, de Santiago, do Rio Grande e finalmente de Natal.





A planta da fortaleza é de autoria do jesuíta Gaspar de Samperes, engenheiro na Espanha e Flandres, e tem as características das edificações coloniais lusitanas. Originalmente de taipa, foram utilizados posteriormente, para  lhe garantir maior segurança, materiais como óleo de baleia,bronze e pedras de granito vindos de Portugal. A fortaleza levou cerca de 30 anos para ser concluída. 





Em 1633, sob o domínio dos holandeses, Natal passou a se chamar de "Nova Amsterdã" e a Fortaleza passou a ser "Kastell Keulen" recebendo como hóspede o Conde Maurício de Nassau. Duas décadas depois, o forte foi reconsquistado pelos portugueses. Partiram dele as expedições responsáveis pelas criações dos povoados que deram origem aos estados do Ceará, Maranhão e Pará.


                                                                                                  
No seu interior a construção abriga no centro uma capela; sob o teto da capela, há ainda um poço, que era usado para coletar água para os soldados (comandantes tinham um reservatório à parte). As salas ao fundo (as que ainda apresentam grades de bronze) eram as prisões. Sobre a capela ficava o depósito de munições.


                                                                 
                          
A Fortaleza contava com um reservatório de água doce coletada da chuva; essa água era privativa do capitão e dos comandantes. Contava ainda com um refeitório (para os comandantes) e quartos para alojamentos dos soldados. Esses alojamentos ficavam no lado do Oceano, os mais perigosos, mais expostos aos tiros de canhões dos inimigos. Um dos quartos rea destinado a masmorra, local de muitas mortes de prisioneiros.            

               

Na parte superior encontramos os canhões, todos originais. Há canhões de 400 kgs (apontando para a cidade) e de 800 kgs (apontando para o mar, pois esses tiros tinham de ter maior alcance). 


                                                                         

O escritor Manoel Onofre Jr., no seu livro "Guia da Cidade de Natal" resume quatro fazes distintas, a História da fortaleza:

  1. Da construção, que vai de de 1598 a 1630, "quando está concluída e nada falta" ( Adriano Verdonck).
  2. Do domínio holandês - dezembro de 1633 a fevereiro de 1654 ( quando passou a se chamar "Kasteel Keulen" em homenagem a matias Van Keulen, um dos diretores da companhia e participante da expedição conquistadora). 
  3.  Da recuperação portuguesa até a desmilitarização, em maio de 1907.
  4. Do ano de 1907 até o presente, quando se tornou monumento histórico e atração turística.

O excelente Vídeo da TV Senado, mostra com detalhes a história dessa Fortaleza. Não deixem de ver!



                             TV SENADO - FORTES DO BRASIL                       
                           



Fontes:

  • Guia da cidade de Natal - Manoel Onofre Jr.- Editora Sebo Vermelho - Natal/RN - 2009
  • Natal uma Nova Biografia - Diógenes da Cunha Lima- Editora Imagem Infinita- Natal/RN- 2011
  • Pesquisas Google - Wikipédia
Fotos:
  • Imagens Google
  • Edição de fotos: Programa Pic-Nic- Yahoo/BR
Vídeo:
  • Do You Tube enviado por    em 30/11/2010  - TV Senado       

            

quarta-feira, 27 de julho de 2011

BATATA QUE TE QUERO DOCE! - BOLO DE BATATA DOCE

  


Batata doce cozida no café da manhã, batata doce com carne de sol, batata doce assada na brasa, bolo de batata doce... foi assim que me habituei a comer esse tubérculo, que na minha opinião, goza de muito pouco prestígio na nossa culinária.Quando folheamos livros de receitas, ou pesquisamos cardápios de restaurantes pouco se encontra sobre ela. Existe uma infinidades de pratos à base de macaxeira, jerimum - mas, e a batata doce? Ela deveria fazer parte do dia a dia de todos os brasileiros, já que segundo especialistas,é uma fonte adocicada de inúmeros nutrientes energéticos e protetores, sempre aliado a um sabor e aroma muito peculiares.




                                           
A batata doce (Ipomoea batatas) é a raiz de uma planta rasteira, nativa do continente americano, que cresce sem exigir cuidados especiais para o cultivo. Embora seja menos consumida que a batata inglesa, ela é muito apreciada no norte e nordeste do Brasil.






Com toda a probabilidade  é uma planta originária da América Central,  é um dos tubérculos mais antigos conhecido pelo Homem. Segundo os historiadores, é consumido desde a pré-história, pois foram encontrados vestígios de batata-doce em cavernas peruanas que remontam a dez mil anos. é a América Central a terra de origem da batata-doce, que pertence à família das Convolvuláceas.








                             
"A batata-doce é rica em vitamina C. A variedade roxa também possui uma substância  antiviral, anticancerígena e antioxidante, que é convertido pelo organismo em vitamina A, antioxidante que ajuda a combater o câncer. Além disso, a batata-doce apresenta alto teor de vitamina E, essencial para a saúde da pele. As fibras desse vegetal, concentradas especialmente na casca, ajudam a baixar o colesterol e melhorar a digestão. Os benefícios agem diretamente no sistema imunológico." ( Revista: Plantas Medicinais da Flora Brasileira )

                                           


Além de constituir alimento humano de bom conteúdo nutricional, principalmente como fonte energética, a batata-doce tem grande importância na alimentação animal e na produção industrial de farinha, amido e álcool.





No Brasil, há quatro tipos de batata doce, que são classificados de acordo com a cor da polpa: batata-branca, também conhecida como angola ou terra-nova, que tem a polpa bem seca e não muito doce; batata-amarela, parecida com a anterior, mas de sabor mais doce; batata-roxa, com casca e polpa dessa cor, é a mais apreciada por seu sabor e aroma agradáveis, sendo ótima para o preparo de doces; e, batata-doce-avermelhada, conhecida no nordeste do Brasil como coração-magoado, tem casca parda e polpa amarela com veios roxos ou avermelhados.
Suas folhas também são bem nutritivas e podem ser preparadas como qualquer outra verdura de folha.


              
              BOLO DE BATATA DOCE

                                                    
                                             
 INGREDIENTES
                                 
                                1 kg de batata doce
                                250 g de margarina
                                1 coco seco (200 g de coco) ralado
                                2 xícaras (chá) de açúcar
                                500 ml de leite
                                 2 xícaras de farinha de trigo
                               
                                     MODO DE FAZER

 1 - Cozinhe as batatas doce na água até amolecer
 2 - Descasque as batatas, coloque o coco já ralado no liquidificador com um pouco de leite de vaca e bata.
3 - Passe o coco batido no liquidificador na peneira e repita a  operação até terminar o coco; deixe um pouco do coco ( 50mg) para colocar no bolo.
4 - Coloque o leite, a margarina, a batata e o açúcar e vá batendo aos poucos.
5 - Acrescente o coco ralado reservado.
6- Unte uma forma com margarina e farinha de trigo e leve ao forno.
Obs.Você vai saber quando o bolo vai estar pronto, enfiando um palito,no bolo com   ele ainda no forno. Se o palito sair "limpo" o bolo está assado.


                                                                 
     






Essa é uma receita básica usada no preparo do bolo de batata doce em Natal. Há quem acrescente ovos e até leite condensado.Mas isso fica a critério de cada um. Esse bolo está muito relacionado para ser consumido nas festas juninas.Mas não espere até lá para saboreá-lo. É um ótimo acompanhamento para o café da manhã ou lanche da tarde. Experimente! 



FONTES 

Pesquisas Web :
  • http://www.musculacaoecia.com.br/batata-doce-o-carboidrato-do-atleta/
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Batata-doce

FOTOS

  • Imagens Gloogle
  • Edição de foto: Programa Pic-Nic - Yahoo/Brasil




domingo, 24 de julho de 2011

VENTO NORDESTE NO FREVO-" RECIFE MANDOU ME CHAMAR..."




Vento Nordeste me leva hoje para Recife, cidade querida, onde passei momentos maravilhosos da minha vida. Ai, ai saudade, saudade tão grande, saudade que sinto... do Recife Antigo, da praia de Boa Viagem, de Olinda, dos  Carnavais, do Frevo. Apesar de não ser pernambucana tenho o frevo no sangue. Esse ritmo estonteante, que infelizmente  nunca aprendi a dançar, me descontrai, me contagia. Minha paixão pelo frevo começou ainda criança, quando ouvia pelo rádio em Natal as músicas cantadas por Claudionor Germano e Nelson Ferreira. E até hoje, ao ouvir os clarins das bandas e as orquestras de frevos, me emociono. É como diz o compositor José Simão " O frevo traz a magia pra toda uma gente contente, no balanço do compasso no passo, com equilíbrio e harmonia, num turbilhão de melodias, numa linda sinfonia, num espetáculo de rara beleza"( da canção cidade musical do seu trabalho "Frevo é arte, frevo é vida" )


    
Frevo nº 1- Recife de Antônio Maria
   


O frevo nasceu na cidade do Recife e originou-se do repertório das bandas militares em meados do século XIX, misturando-se a outros ritmos como a modinha, o tango, a polca, o maxixe, a quadrilha e o pastoril. Com o passar do tempo o gênero ganhou características próprias e a introdução de uma coreografia marcada pelos passos de capoeira. O uso da sombrinha é outro elemento coreógrafo de destaque do frevo pernambucano. Não se sabe ao certo o motivo da origem das sombrinhas, mas pode estar relacionadas a fenômenos climáticos já que a dança era executadas nas ruas sob o sol escaldante do nordeste.

                                                                                     
                                                                                 


ESTILOS DO FREVO


1- FREVO DE RUA

O frevo de rua é exclusivamente instrumental, ou seja, não contém letras, feito unicamente para dançar. É executado por orquestra de metais e palhetes. O mais conhecido deles é o frevo "Vassourinhas" de Matias Rocha ( 1949). Embora seja tocado em salões, ele foi composto para ser tocado nas ruas, em céu aberto.              
                                              

                                           Vassourinhas- Matias Rocha


2- FREVO DE BLOCO  

O frevo de bloco  é de andamento mais moderado, executado por Orquestras de Pau e Corda, com violões, cavaquinhos e banjos. Suas letras e melodia trazem um misto de saudosismo. O mais conhecido deles é o "Evocação nº 1 de Nelson Ferreira. 


                                                                                        Evocação Número  1 - Nelson Ferreira


3- FREVO CANÇÃO

O frevo canção ou marcha canção, como também é conhecido, possui uma parte instrumental e outra cantada, interpretado por um cantor ou cantora, acompanhado de um coro de vozes. O mais famoso é o frevo " A pisada é essa" do mestre Capiba.



 
                                                                       A Pisada é essa - Capiba
Show de lançamento do DVD "9 de fevereiro"
 de Antônio Nóbrega -  Agosto de 2008 no  Canecão-RJ


O frevo com seu ritmo contagiante vem conquistando fronteiras. Compositores não pernambucanos como Caetano Veloso, Morais Moreira e Gilberto Gil,entre outros da Música Popular Brasileira compuseram memoráveis frevos cantados com sucesso no Brasil inteiro. 

                               
                                          Frevo Rasgado de Gilberto Gil e Bruno Ferreira


Fontes:

  • Pesquisas Google - Wikipédia
  • Jornal Folha de São Paulo - Folha Ilustrada/SP
  • Encarte do CD - 100 anos de frevo
Fotos:
  • Imagens Google
  • Edição de Fotos: Programa Pic-Nic- Yahoo/BR
Vídeos:
  • Do You Tube - enviado por
  1. iaHime em 26/12/2009 
  2.  Senhor
  3.  em 27/01/2011
  4. Hoarestan em 29/01/2011
  5. And em 23/11/2008
  6. Sil em 07/01/2011





                                           

LENDAS DA CIDADE:BICHO PAPÃO-PAPA FIGO-E A VIÚVA MACHADO

                                                                                     


                                             Xô, xô, papão
       Sai de cima do telhado
      Deixa nenezinho dormir
        Seu soninho sossegado...
                           
                          
Quem nunca ouviu essa canção de ninar? Aprendi ainda pequena ouvindo minha mãe, minhas tias, embalarem seus filhos. E mesmo sem acreditarem bicho papão cantei para embalar  meu filho também...
O "bicho papão" é um dos personagens mais conhecidos do imaginário popular, principalmente entre as crianças nordestinas. "Se você não obedecer a seu pai ou a sua mãe o bicho papão vem te pegar"! Ouvi muito essa frase de uma vizinha, sempre que ia pra sua casa, brincar com sua filha. Minha amiga acreditava piamente em bicho papão, mas eu não! Minha avó dizia que se eu obedecesse a meus pais meu "anjo da guarda" me protegeria sempre. E é claro que eu preferia acreditar na minha avó!

                                                      
No Brasil, a imagem desse ser tenebroso, usado para assustar as crianças e fazê-las obedecer, é uma herança portuguesa. Mas a ideia vem  de longa data,desde a época das Cruzadas. Pesquisas afirmam que os muçulmanos projetavam essa figura no rei Ricardo Coração de Leão - se as crianças as não se comportassem seriam levadas escravas pelo"melek-ric" ( bicho papão)
Nos Países Baixos, o monstro tem o nome de "Zwart Piet" (Pedro negro) que pega as crianças desobedientes e joga-as no mar Negro.
Em Luxemburgo, o bicho papão é "housecker" um indivíduo que coloca as crianças num saco e fica batendo em suas nádegas,com uma vara de madeira. 
Em Portugal e no Brasil,o bicho papão se esconde, no quarto das crianças mal educadas,nos armários, nas gavetas ou debaixo da cama para assustá-las. Há também quem afirme que o bicho papão surge nas noites de lua cheia e coloca as crianças mentirosas em um saco e as leve para fazer sabão.

                                              
                                                                                           
                             
Ao contrário dos outros mitos, o"papa figo" não tem aparência extraordinária. Parece mais com uma pessoa comum. Outras vezes, pode parecer como um velho esquisito que carrega um grande saco às costas. Na verdade, ele mesmo pouco aparece. Prefere mandar seus ajudantes em busca de suas vítimas. Os ajudantes por sua vez, usam de todos os artifícios para atrair as vítimas, todas crianças claro, tais como; distribuir presentes, doces, dinheiro, brinquedos ou comida. Eles agem em qualquer lugar público ou em portas de escolas, parques, ou mesmo locais desertos.
Depois de atrair as vítimas, estas são levadas para o verdadeiro Papa-Figo, um sujeito estranho, que sofre de uma doença rara e sem cura. Um sintoma dessa doença seria o crescimento anormal de suas orelhas.
Diz a lenda, que para aliviar os sintomas dessa terrível doença ou maldição, o Papa-Figo, precisa se alimentar do Fígado de uma criança. 

                                  Papa figo -Museu Mamulengo
                                                                  Olinda-PE

            A Viúva Machado e a Lenda do Papa figo


Na minha infância,as histórias de papa figo eram pavorosas, e existia um motivo para isso: a Viúva Machado.
Amélia Duarte Machado, viúva muito rica vivia de  renda deixada pelo espólio do marido, com dois filhos adotivos. Mas ao invés de abrir seu suntuoso palacete ,localizado próximo a Igreja do Rosário, ela se fecha em sua residência. Recebia poucas visitas e pouco saia de casa. Consta que foi vítima de uma doença rara,um distúrbio genético que gera defeitos no crânio e nas características faciais do seu portador. No caso da viúva, a doença fez crescer as orelhas. 
Não demorou muito e logo se espalhou na cidade, que ela precisava comer fígado de crianças para deter o crescimento de suas orelhas.
Muitas mães em Natal, aproveitaram a deixa para espalhar o medo entre seus filhos, dizendo que se eles não se  comportassem, “a Viúva Machado vinha comer seu fígado. A fama de "papa figo" só aumentou seu isolamento. A viúva Machado faleceu no início da década de 60.


                     De 1910-Patrimônio Arquitetônico da Cidade                                            

                            
                                Desmistificação da Lenda
 

Ainda hoje, passados vários anos de seu falecimento, a Viúva Machado ainda é lembrada como uma deplorável figura que comia fígado de crianças e lhes bebia o sangue quando elas eram apreendidas por seus emissários. Mas familiares e amigos tentam fazer com que a sociedade natalense peça perdão a dona Amélia. Segundo eles,"ela não sofria de nenhum problema de saúde, exceto os achaques naturais que a velhice invariavelmente traz, e com certeza jamais comeu fígado humano ou bebeu sangue de criança. No entanto, ainda hoje muita gente em Natal só guarda desta senhora a imagem draconiana de uma autora intelectual de mortes de crianças que, aliás, os boletins de ocorrência em delegacias e no Instituto Técnico Científico (Itep) nunca registraram, porque nunca ocorreram"  
Para uma amiga,que com ela conviveu, a figura  da Viúva Machado,dona Amelinha como a chamava, estará sempre na memória, como a doce imagem da mulher virtuosa, caridosa, devotada à família e a natureza"  


Fontes:
            
             Luiz da Câmara Cascudo
          
          1. Dicionário do Folclore Brasileiro
              Editora Ediouro - 1954
          2. Geografia dos mitos brasileiros
              Editora Global- SP - 2002
         
                  Pesquisas Google -Wikipédia


Fotos: Imagens Google



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...